Como Tornar-se Um ‘Pin Up’ Em Sete Horas
Vestidos ‘swing’ com estampas florais, recolhidos ‘Victory Rolls’, ‘eyeliner’ pronunciado e, além de tudo, lábios muito vermelhos. São novas das características próprias das “Pin-Up Girls’. É chamado Brooklyn Pin Up School, e suas fundadoras são Anna Patin e Renee Dídio. A primeira tem um estúdio de fotografia Pin-Up e a segunda é dona de uma loja de roupas ‘vintage’.
as Duas captaram o interesse que despertavam em seus consumidores, que lhes pediam conselhos a respeito como maquiagem, pentear o cabelo ou vestir-se. Aproveitando a chance e o crescimento da moda retro, optaram fazer esta academia localizada no bairro nova-iorquino do Brooklyn.
Sua escola fornece cursos mensais de sete horas e conta com inmensuráveis professores. Estilistas, cabeleireiros ou designers trabalham para oferecer aulas e explicar aquelas mulheres que desejam vestir-se, pentear e maquilhar-se como uma verdadeira Pin-Up. Trata-Se de incutir uma estética muito própria dos anos 50, entretanto bem como, assim como assegura a tua co-fundadora Anna Patin de “formar uma comunidade de mulheres com interesses comuns.
Fazer com que eles sejam as mulheres que façam com que outras se sintam bonitas”. Por outro lado, a estilista Mari Luz Neto reconhece que “se deixarmos a moral da data, sim, há uma ligação entre a mulher Pin Up e o conceito de mulher instrumento”. Entretanto, “hoje se trata mais de uma opção de vestimenta que cada mulher poderá escolher sem que implique nenhum significado depreciativo”.
Foram os últimos memórias antes de descobrir a polícia. Minha mãe não ficou rasto. Passe dois anos em um manicômio desta maneira, 2 anos. Hoje estou em residência novamente, onde eu entendo que ela ainda está escondida. Ouço ruídos, vejo sombras, sinto dores, cheiro de teu perfume preferido, devoro os seus cantos.
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Ela espera, espera que eu durma outra vez. Segue amándome, necessita me matar. Eu, levá-la ao asilo. “Os corpos permanecem três anos em piscinas de formol, antes de serem utilizados nas práticas”, nos ilustrou o professor, a caminho da sala de dissecção, “são mendigos ou pessoas que ninguém reclama”. Hoje eu me arrependo de ter iniciado os estudos de medicina. Mas foram meu refúgio quando Marisa me deixou sem me doar explicações e sua família não quis ou não pôde conceder-me notícias suas. “Primeiro as colocamos de cabeça para pequeno, e lhes abrimos com o bisturi, seguindo a linha da coluna vertebral.
Necessita de ser um corte breve, que separe a pele das costas em duas metades, como folhas de pergaminho” Após dois anos de malvivir, decidi que só diante o sofrimento alheio me esqueceria eu do meu. E me matriculé em Medicina. “Estudaremos todas as estruturas, como arqueólogos do corpo humano”.
eu Me tornei um aluno brilhante, pois que só vivia para o estudo. “Venham enxergar o que lhes corresponde. É hábito oferecer-lhe um nome, porque será como a família”, argumentou soltando uma risada, que ninguém logo em seguida. Depois levantou o lençol.
A princípio, só notei a pele verter pros lados, deixando a descoberto as massas acastanhadas de gordura e músculos. Mas depois tiveram que sujetarme pra não despencar no chão – reconheci aquele rosto, a despeito de estivesse de perfil. E só eu sabia que deveria chamar-se Marisa, e que abandonaria meus estudos, neste momento que aquela mulher, em outro tempo, minha namorada, seria para os meus companheiros, uma acessível lição de anatomia.


