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Casa e Família

Por Que Me Alejé De Facebook?

Há livros em que está a vida de quem os têm escrito atrás da existência que parecem contar. Passa em O extenso Gatsby, de Francis Scott Fitzgerald. E isso acontece em tantos livros. Uma vez, em 1990, Vargas Llosa explicou que escrevia para escapar da pena, e aquela sombra que parece resolvida naquela obra tão autobiográfica, ressurge sempre, seja o que for que tenha a garota de Arequipa. Às vezes você entra em livros para saber o que aconteceu e acaba sabendo o que lhe ocorreu a si mesmo. Isso acontece exatamente Como a sombra que se vai, de Antonio Muñoz Molina (Seix Barral).

lê uma história, real, milimétrica, quase obsessiva em todos os dados que detém, e é outra, comovente e, identicamente real, tão autobiográfica como o pudor próprio, o que não se conta nunca. Quando fechar o livro entende que neste momento tem debatido de 2 personagens, um americano que sabe de tudo, e de um rapaz de Úbeda do que ele queria saber mais.

ocorreu no O peixe na água: um entrava para ver de perto um homem no mundo e estava tendo visto um pirralho que um olhar salva do abismo. Foto: Antonio Muñoz Molina, depois de ser concedido o Prêmio Príncipe de Astúrias de Letras. Quando lhe pediam que recomendasse um livro de Carlos Fuentes tinha uma estratégia que era também uma forma para distrair o intruso. Costumava responder que em cada estação festiva do ano (verão, natal) se punha a reler.

Seus favoritos eram Balzac, Flaubert, os 2 escritores do século XIX, e Faulkner, que estava mais perto. Não está Fontes só essas preferências, claro está. Balzac e Flaubert, juntamente com Faulkner, são autores recorrentes nas recomendações, natal, verão, dos escritores.

Por que é tão difícil propor a um autor vivo, ou do seu tempo? Bill Clinton, o ex-presidente norte-americano, argumentou a Fonte, propriamente, pela presença de Gabriel García Márquez, que teu livro favorito era o Quixote, que ele gostava de Faulkner, que adorava Cem anos de solidão.

Ninguém pode argumentar as suas preferências, no entanto sim chama a atenção, por especial que uma pessoa recomende diante de outro escritor, o livro de um amigo. Isso não é comum principalmente entre colegas de trabalho, de modo que, como Clinton não é colega, ainda que escreveu algumas lembranças, ele não entra no saco.

  1. 18 de março: a função espacial Messenger entra pela órbita de Mercúrio
  2. Segue, se consinto (1979)
  3. 2016 — Collection Ricardo Montaner
  4. Juchitán de são paulo: Velas de Juchitán
  5. 1 Segunda época de ouro
  6. Pau Gasol e Cat Mcdonnel
  7. quatro Apogeu (1996-1999)

Isso a todo o momento foi desta forma. E sem demora, o que ocorre? Falo das recomendações de escritores. As dos críticos que falem deles, porque são os que, a toda semana, em lugares onde escrevem, recomendam (ou não) o que você precisa ler.

Eles recomendam, por iniciativa própria, por desta maneira dizer; como os autores não são obrigados pelo ofício se valem da estratégia de Carlos Fuentes, que o extenso escritor mexicano teria que ter patenteado. Balzac, Flaubert…, ou Faulkner. E assim sendo, até o Eclesiastes.

Por que me alejé de Facebook? Em primeiro local, nunca soube como entrar em nenhuma das mídias sociais, nem sequer Twitter, nem ao menos Facebook, e não por falta de vontade, ou de comunicabilidad, porque me notificar com outros foi a minha paixão adolescente, e me dura ainda hoje. Em primeiro lugar, direi por que me era trabalhoso entrar, e tiveram que fazê-lo, outros por mim.