Torrent Deferirá O Pleno De Investidura, Mas Que Mantém A Candidatura De Puigdemont
O presidente do Parlamento, Roger Torrent, não se atreveu a desobedecer ao Tribunal Constitucional, como exigia Carles Puigdemont e encontrou uma saída intermediária. Torrent advertiu que, apesar de adiar o coração, mantém a candidatura de Puigdemont e não irá sugerir a nenhum outro candidato quanto retorne a convocar. Verdadeiramente, o presidente do Parlamento disse que “o coração se mantém convocado e será atingido uma vez se possa confirmar uma investidura efetiva e com garantias”.
Uma vez que o resultado da votação poderá ter “valor real”, comentou. Assim Torrent optou por uma terceira estrada, que impede incorrer em desobediência e evita que ele ou seu partido, ERC, aparecem como responsáveis por deixar cair a Puigdemont.
A decisão de Torrent tem gerado mal-estar nas linhas de JxCat e a CUP, que reivindicaram a escoltar em frente com a estreia, prevista para esta terça-feira. Mas, finalmente, às 14.Dez horas, Torrent enviou uma carta a todos os grupos, ou o evento de que formalizaba o “adiamento” do plenário. Na carta, Torrent disse que sua decisão se oferece “atendendo a pedido de amparo que me foi dirigido o candidato proposto pra ser eleito presidente da Generalitat, o muito honorável presidente Carles Puigdemont i Casamajó”, informa a Efe.
“Um partido não tem que estar envolvido em problemas internos, sempre que que um nação tem que definir a geração de governo”, criticou. Em todo o caso, González garantiu que Pedro Sanchez precisará demitir-se se, este sábado, o comitê federal túmulo a sua proposta de congresso-out expresso. “Se o comitê federal fixa uma localização, o que almeja que seja, essa localização maioritária a assume todo o mundo. E se o secretário-geral não quer assumir, necessita demitir-se. Disso não há a pequeno indecisão”, foi escavação de valas. Logo após ouvir as expressões de Felipe González, o endereço do PSOE emitiu um comunicado de resposta.
dessa maneira Diz: “O secretário-geral do PSOE mantém conversas regulares com dirigentes e exdirigentes do Partido Socialista e não vai fichar nem ao menos a tornar público o tema de cada delas. Do mesmo jeito, respeita as avaliações expressas em conexão à situação política atual presidente González. Ao longo destes meses, o secretário-geral do PSOE tem ouvido algumas avaliações e partilhou diversas reflexões, pra tomar decisões e formar uma posição política.
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Esse posicionamento é o que expôs o comitê federal do PSOE uma vez desenvolvida uma localização política, fruto das reflexões ouvidas e analisadas. É o comité federal do PSOE, que ajustou a localização socialista perante a investidura de Mariano Rajoy, tal na legislatura anterior como pela atual. A posição do secretário-geral e do comitê federal do PSOE sempre foi clara em ligação à unidade de Espanha e o nosso paradigma territorial”.
As reações de destacados dirigentes do partido acontecem a favor e contra Sánchez e González. O secretário de Organização do PSOE, César Luena, corre contra “artimanhas” pra remover a voz da militância do partido socialista e acredita que Susana Díaz leva tempo organizándolo.


